quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Visita a alguns dos monumentos históricos da nossa cidade

Percorremos as ruas da cidade e pudemos apreciar a beleza de muitos dos monumentos património da cidade de Angra do Heroísmo.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A Lenda do Espírito Santo

   Francisco Ornelas da Câmara, capitão-mór da Vila da Praia da Vitória, foi um dos fidalgos terceirenses que muito se evidenciou, quando, por ordem de D. João IV, veio à Terceira, então ocupada pelos castelhanos, com o encargo de reduzir à obediência de Portugal o poderoso castelo de S. Filipe (hoje de S. João Baptista), onde os espanhóis, já expulsos de todos os pontos da Ilha, se tinham albergado e ofereciam resistência e combate aos terceirenses. A indómita vontade do Capitão-mor da Praia, servida de alma e coração pela dos Terceirenses, conseguiu o que então se afigurava impossível: a rendição do Castelo.
   De volta a Lisboa para comunicar a El-Rei o sucesso, concedeu-lhe o Restaurador várias honras e mercês, entre as quais a de o colocar à direita do trono por ocasião da recepção do paço. Contudo, tal prerrogativa só lhe trouxe invejas e inimigos que o acusaram de traição à Pátria, pela maneira por que alcançou a rendição do Castelo. Encarcerado e longe das testemunhas que o poderiam defender, foi condenado à morte. Porém, precisamente no momento em que os juízes iam assinar a sentença, entrou uma pomba branca na sala e, esvoaçando sobre a mesa, fez entornar o tinteiro que, derramando a tinta sobre o papel onde estava escrita a condenação do inocente, o inutilizou.
   Alvoraçaram-se os juízes perante o extraordinário acontecimento, que expuseram ao monarca. Francisco Ornelas da Câmara, depois de várias investigações junto do governador do castelo de Angra, Manuel de Sousa Pacheco, foi declarado inocente e investido de todas as suas honras e posição anteriores. Em cumprimento de uma promessa feita ao Espírito Santo, se fosse provada a sua inocência, e vendo, no caso sucedido com a pomba, um milagre do Parácleto, resolveu dar bodo no dia de Pentecostes aos pobres, que serviu descalço, e mandou eregir uma ermida em honra do Espírito Santo (que ainda hoje se encontra na cidade de Angra do Heroísmo, no lugar dos Quatro Cantos) e incluir no seu brasão uma pomba como emblema do Espírito Santo.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Vestígios do passado na cidade de Angra do Heroísmo

É importante conhecer os vestígios do passado, no nosso meio local. Só conhecendo o que os nossos antepassados nos deixaram é que podemos preservá-los para o futuro.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Visita ao Museu de Angra do Heroísmo

Hoje, visitámos o Museu, no decurso do estudo que estamos a fazer relacionado com o nosso património

                                    
No fim da visita pintámos modelos lembrando o Barroco.

Foi uma experiência muito proveitosa.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A Lenda de Angra

   O príncipe dos mares vivia apaixonado por uma linda princesa que não correspondia a esse amor por já ter entregue o seu coração a um outro principe.
   O senhor dos mares, levado pela violência do ciúme, não desistiu dos seus desejos e chamou ao seu reino uma fada, que deveria mudar o rumo dos acontecimentos.
   A fada tentou, durante algum tempo, exercer a sua influência, porém nada conseguiu e foi expulsa, com rudeza, pelo deseperado príncipe do mar.
   Um dia, o príncipe e a princesa que viviam apaixonados e em doce devaneio, trocaram o primeiro beijo. O sussurro dos dois apaixonados foi ouvido pelo principe dos mares que dormitava no seu leito de basalto e areia e pela fada. Esta atravessou os céus em direcção ao reino do mar, vendo a possibilidade de se vingar do príncipe que amava e da princesa que lhe tinha roubado a felicidade.
   Chegou junto do senhor do mar que se debatia em grandes ondas de ódio e disse-lhe em voz doce e convincente:
   - Príncipe do mar, chegou a hora da vossa vingança. Aqui estou para fazer o que mandardes.
   Ele, cego de ciúme e de raiva, não se apercebeu do despeito que animava a fada e ordenou em tom de ódio:
   - Correi, fada, fulminai o príncipe que roubou a minha amada. Mas... lembrai-vos, só a ele!
   A fada concordou, com um gesto suave de cabeça, e convidou-o a assistir à vingança. Tomou-o pela mão e caminharam em direcção à praia, onde a princesa, com os seus cabelos dourados pelo sol poente, se encontrava, docemente inclinada sobre o principe enamorado.
   Com a rapidez de um raio, a fada deixou a mão do príncipe do mar e avançou, com um sorriso infernal, sobre o par enamorado. O encanto foi perfeito. Logo o príncipe se transformou num grande monte coberto de arvoredo, levantando-se com altivez em frente ao mar. A princesa, ainda reclinada, tornou-se na mais linda cidade do Atântico.
   Assim apareceram o monte Brasil e a encantadora cidade de Angra e ainda aí estão, embalados noite e dia pelo soluçar angustiado do Atlântico, principe dos mares.
in "Açores: Lendas e outras Histórias", recolha e arranjo de textos de Ângela Brum

Hoje conhecemos esta linda lenda relacionada com a nossa bela cidade.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Símbolos locais (de freguesia e de concelho)

A nossa turma é composta por alunos de várias freguesias. Assim, foi interessante fazer pesquisa sobre os brasões e bandeiras das freguesias de residência  de cada um, o que resultou neste PowerPoint.